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sábado, 21 de outubro de 2017

Por que Shay nunca foi mencionado pelo Haytham?

  Obviamente muitos vão dizer: "Pois ele não foi criado durante o Assassin's Creed III". Porém, pode ser verdade, mas a diversão aqui é teorizar.
  Vocês sabem que Edward Kenway já existia bem antes do lançamento do seu jogo especificamente no diário do Haytham, Renegado, além de alguns personagens históricos já terem aparecido e deixado brechas para possíveis aparições em futuros jogos e inclusive, já foi mostrado o Bayek que na verdade seria um modelo antigo dele e que ele sofreu alterações ao decorrer do desenvolvimento. Então, vejam a imagem abaixo e seguem com a teoria:

File sobre o Haytham no Assassin's Creed: Rogue.
  No final do arquivo mostra a pergunta: "Por que Shay nunca foi mencionado pelo Haytham?", essa pergunta quando eu a vi um tempo atrás e eu fiquei com preguiça de tirar a foto para postar a teoria aqui eu comecei a fazer uns cálculos quânticos na cabeça e deduzi que a Abstergo na verdade, criou o Shay e distorcendo totalmente o que os Assassinos são e o que os Templários são. Mas como isso? Pois bem, joguem o Liberation, no qual mostra que a Abstergo pode sim manipular memórias e acabar mostrando coisas diferentes do que realmente aconteceu.
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[ATUALIZAÇÃO 26/10/2017]



  Assistam ao vídeo que meu amigo Eduardo Baccarin fez em base do meu post aqui no blog, além de explicar meu texto em vídeo ele acrescentou algo a mais, vejam!

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Achilles Davenport


 Ele é um personagem que apareceu originalmente no Assassin's Creed III e no universo do jogo ele nasceu em 1710 nos arredores do Caribe e morreu em 1781 na América do Norte. Ele foi recrutado pelos Assassinos em 1730 pelo Ah Tabai (o do Black Flag) e ele foi o último aluno do mentor. Logo mais ele conheceu duas pessoas a Rhona Dinsmore e Adéwalé (ambos também são do Black Flag, porém Adé aparece no Rogue também).
  Em 1740, Ah Tabai fala que os Assassinos devem e vão ser erguidos nas Treze Colônias e em nome do Achilles, sendo assim ele descobre que ele não foi o primeiro Assassino a fazer isso. Com isso, ele conhece lá mesmo, o Assassino Frânces conhecido como John de la Tour (Connor usa a roupa dele em uma DLC do AC III). 
  Em 1743, Davenport colocou oficialmente o Liam O'Brien na ordem dos Assassinos da América do Norte, inclusive ele foi o primeiro aluno do mentor. 
  No ano de 1744, Davenport e La Tour foram em busca de um homem (Mathieu Léveillé) que continha informações valiosas sobre a primeira civilização, o homem era um escravo. Então os dois Assassinos, descobriram que o homem morreu de uma doença no ano anterior, os dois souberam que Mathieu tinha um casamento arranjado pelo governo e que a mulher (Angélique-Denise) tinha sido vendida/leiloada como escrava. Mais tarde La Tour conseguiu pegar a Angélique para que ela fosse livre e sem medo ela auto-renomeou, sendo agora a Abigail. 
  No final de 1745 ele recebe uma carta de agradecimentos do Ah Tabai por tudo que eles passaram juntos, e com essa carta soube que o seu amigo e mentor estava morto. Com isso, Achilles promete a si mesmo fazer com que a tarefa de erguer a irmandade nas Américas seja completada e aprimorada.
  Em algum momento de 1746 ele se casou com a Abigail e que ela acabou gerando um filho dele, com o nome de Connor Davenport. Logo mais ele perdeu seus entes queridos por um incêndio de Nova Iorque em 1776.
 Achilles foi mentor dos Assassinos das Colônias da América, ele ensinou o Connor Kenway a ser um Assassino. Davenport recusou a treinar o Connor de início, porém ele mudou de ideia quando viu o jovem defender a área da sua casa e assim o treinou.
  No Assassin's Creed: Rogue foi mostrado como o mentor perdeu boa parte da movimentação das pernas e também mostra ele usando o manto que dá para o Connor quando completa as missões do Achilles. Em 1781 ele morreu dormindo e Connor o viu e acabou enterrando o Achilles em frente da sua casa que foi restaurada pelo seu aprendiz.

Aparições:
Assassin's Creed III (jogo).
Assassin's Creed: Rogue (jogo).
Assassin's Creed: Renegado (livro).
Achilles com o Connor.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Áudio deletado do Assassin's Creed 3

  Esse áudio que juntamente com uma cena que infelizmente foram cortadas mostra um momento que Connor Kenway está falando com seu Pai e com a sua Mãe que estão mortos e provavelmente é algum desabafo. Só pra lembrar que esse áudio pode ser visto em texto no livro "Renegado".
  Não sabemos o porque da Ubisoft ter deletado esse áudio do jogo. O vídeo está em inglês e o Vinicius legendou pra gente!


domingo, 5 de julho de 2015

4 de Julho - uma data para se lembrar

Já faz algum tempo que jogamos ACIII pela primeira vez, não é verdade? Ontem (4 de Julho) foi aniversário da Independência dos Estados Unidos, assinada em 1776.

Os Estados Unidos até então nada mais eram que treze colônias regidas pela Inglaterra, logo, não tendo o nome que o atual país tem. E a França estava de olho: como natural inimiga da Inglaterra, fez de tudo para financiar a dissidência entre o povo norte-americano, além de se aliar com tribos indígenas - o que resultou na Guerra dos Sete Anos, entre 1756 e 1763 (conforme conhecemos em AC: Rogue, embora voltado às terras canadenses). É claro que essa guerra saiu cara, e assim a Inglaterra aumentou os impostos sobre os colonos da América para cobrir o prejuízo.

Além disso, havia as leis que definitivamente extorquiam os direitos dos colonos: a Lei do Selo, em que todo produto comercializado deveria ter o visto do Império, Lei do Açúcar, que obrigava os colonos a comprarem apenas o açúcar das Antilhas Inglesas e a Lei do Chá, cujo monopólio era voltado apenas para uma companhia inglesa (e que teve uma manifestação muito interessante por parte dos revoltados, que se vestiram de indígenas e jogaram caixas e caixas do chá ao mar).

Em 1776, a América do Norte se reuniu duas vezes no Congresso para definir reformas políticas de independência ao Império. A primeira pedia formalmente ao rei George III que abrisse o mercado para as colônias, o qual negou veemente. A segunda, por sua vez, declarava a independência, o rei gostasse ou não.

Mas é claro que não aceitou a ideia - declarou guerra à América do Norte. Essa foi a oportunidade da França e Espanha tirarem proveito contra a Inglaterra, investindo nas tropas norte-americanas. Em 1783, após nove anos de guerra, a América vencia sobre o país europeu, e em 1787, assinava sua primeira Constituição: aí, declarando-se Estados Unidos da América. O movimento do país serviu de influência para os diversos outros países que sofriam com a monarquia - um dos primeiros a partir disso foi, sem dúvida, a França.
(Cena do filme "O Patriota" (2000))

#Remus
Historiador dos Games

sábado, 30 de maio de 2015

Haytham Kenway

  Haytham foi um personagem marcante na saga Assassin's Creed por ter sido um Grão Mestre Templário de uma visão diferente de todos os outros da ordem dele, ele também é filho do Assassino Edward Kenway, no livro Haytham vê seu pai morrer na sua frente defendendo a sua família e esse pessoal que mata seu pai são Templários. Ele nasceu em 1725 e viveu em Londres, Haytham foi para os Estados Unidos para procurar o local da primeira civilização correspondente ao artefato que ele pegou de seu antigo amiguinho.
  Quando ele salvou a vida dos indígenas Mohawks nas colonias Americanas, Haytham acabou se apaixonando e tendo uma relação amorosa com uma índia que futuramente deu luz ao Connor Kenway.
  Connor mais tarde entrou em conflito com o Grão Mestre e acabou matando o seu próprio pai em Nova Iorque.

Aparições:


  • Assassin's Creed III (Jogo).
  • Assassin's Creed IV: Black Flag (Jogo).
  • Assassin's Creed: Rogue (Jogo).
  • Assassin's Creed: Renegado (Livro).
  • Assassin's Creed: Bandeira negra (Livro).


Ziio e Haytham.

sábado, 4 de abril de 2015

Connor Kenway/Ratonhnhaké:ton

  Connor Kenway nasceu em 4 de Abril de 1756 e morreu em um ano desconhecido até então, ele foi um assassino das colônias americanas e também é um nativo indígena da tribo Mohawks. Ele ajudou George Washington na Revolução Francesa contra os Britânicos mas sempre procurou pelos seus objetivos Charles Lee em procurar os Templários e eliminar o principal alvo que era o seu pai Haytham Kenway.
  Ele procura um meio de proteger a sua tribo contra as mãos dos Templários e acaba tendo contado com uma das entidades da primeira civilização e esta entidade diz para procurar o símbolo dos Assassinos e então ele acaba indo até a casa de Aquiles que era um Assassino das colônias durante a guerra dos 7 anos e lá ele aprende a ser um Assassino.
  Durante a sua jornada ele também aprende a ser um capitão de um navio chamado Aquila, além de convocar novos membros para a ordem, sendo no total 6 pessoas.
  O Assassino se encontra com a Aveline e a ajuda a encontrar pistas de quem é o "homem da companhia".

Aparições:


  • Assassin's Creed III (Jogo).
  • Assassin's Creed III: Liberation (Jogo).
  • Assassin's Creed Renegado (Livro).

domingo, 4 de janeiro de 2015

Assassin's Creed: Renegado (Sinopse)

"A vingança será escrita com aço."

  O livro conta a estória de Haytham Kenway em forma de diário do mesmo, ele mostra a sua aventura ao decorrer da época em que a revolução americana tomou conta nas Américas e também mostra como foi a sua infância e como ele entrou para a ordem dos templários. Haytham tenta ser um cara normal aos olhos dos assassinos, porém os assassinos o querem morto, pelo simples fato de ele ser um templário.
  Ao decorrer da estória, Haytham descobre que tem um filho com uma índia mohawk e que o jovem índio irá mudar o futuro do templário.

Alguns personagens no livro:

  • Haytham Kenway
  • Connor Kenway
  • George Washington
  • William Johnson
  • Edward Kenway

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A festa do chá de Boston

Quem não se lembra daquela empolgante missão nas naus britânicas, a qual Connor despeja caixas e caixas de chá ao mar?
O episódio ficou conhecido como Festa do chá de Boston, ou Boston Tea Party. Mas vamos por partes.
Primeiramente, o que é mais simbólico para um inglês? O chá preto. É consumido a toneladas diárias no país até hoje, e simboliza o perfil do inglês, que contém uma postura de "sir" desde os primórdios de sua história. E o que melhor para desmoralizar os ingleses que desperdiçar seu precioso chá?
Mas o episódio não foi assim tão belo. Todos os rebeldes que participaram do "desperdício" se vestiram de índio, para que não fossem incriminados, pelo menos diretamente. Era muito mais fácil atribuir a desordem ao índios, que na visão da sociedade, eram piores que animais. Mas a Coroa Britânica não engoliu a história. Em resposta, apertou a repressão contra Boston e assinou leis ainda mais severas. Portanto, pode-se dizer que a Festa do Chá de Boston foi uma das marcas que levaria os EUA a declararem independência, anos mais tarde.
Cássio Remus de Paula