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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Assassin's Creed: The Official Collection #19 - Rebecca Crane

  Mais um futuro lançamento da empresa Hachette envolvendo o universo Assassin's Creed, desta vez a empresa irá trazer a Rebecca vista no Syndicate. A miniatura vai ser pintada à mão (todas foram) e não será distribuída aqui no Brasil e custará £9,99.
  Como toda miniatura dessa empresa ela contará com um livrinho com informações sobre o personagem.
  A miniatura vai ser lançada no dia 01/11/2017.

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Fonte: Access The Animus.
Mais postagens de outras miniaturas: Masyaf News - Hachette.
Loja oficial: Hachette.

domingo, 30 de abril de 2017

TOP 3 jogos com melhores trilhas sonoras

  Todo jogo da franquia Assassin's Creed tem trilhas sonoras épicas, porém todo mundo tem seus jogos com músicas favoritas, isso não é diferente comigo. Então veja abaixo os jogos com melhores trilhas sonoras que eu mais curto.

1 - Assassin's Creed: Syndicate:

  Ele foi o jogo que trouxe uma inovação em trazer dois protagonistas jogáveis, além de trazer carroças em seu mundo aberto. O game foi lançado em 2015 e seu compositor musical é o Austin Wintory que usou técnicas de músicas clássicas para fazer a trilha sonora do game.


2 - Assassin's Creed II:

  Ele é o jogo favorito de muitos fãs da franquia, pois ele trouxe um personagem novo e carismático e além de melhorar muito o que o primeiro jogo era. Nele controlamos Ezio Auditore na Itália renascentista. O game foi lançado em 2009 e seu compositor musical é o Jesper Kyd.


3 - Assassin's Creed IV: Black Flag:

  Esse game foi lançado em 2013 e trouxe o Assassino Edward Kenway, que também era pirata e navegava em seu navio Jackdaw. Seu compositor musical é o Brian Tyler.


domingo, 9 de abril de 2017

[GAMEPLAY] Assassin's Creed: Syndicate - Sabotagem de barco (Aleatório #1)

  Minha primeira gameplay de desafio no nosso canal da Masyaf News. Nesse modo de gameplay eu tento completar desafios definidos por mim ou por outros jogadores/curtidores/leitores, neste vídeo eu completei um desafio designado por mim mesmo, onde eu tento completar a missão secundária e contínua do jogo "Barco de contrabandista" em um tempo recorde.
  Eu devo tentar fazer mais vídeos desses tentando completar essas missões o mais rápido possível.
  Neste vídeo gravado no Playstation 4 eu completei sem ser visto e em 1:48 minutos (os 6 segundos restantes não vale pois é quando o cartaz de concluído aparece na tela).

quarta-feira, 5 de abril de 2017

[GAMEPLAY] Sobre as gameplays com a tag "Aleatório" do Syndicate

  Eu cheguei a postar sobre isso na página, mas quero dar um reforço sobre o assunto aqui no blog. Já que deve ter gente que não curte a Masyaf News e nem o Haytham da Depressão no Facebook e devem acessar somente o blog ou passar abatido aqui por pesquisas no Google.
  O negócio é o seguinte: Eu a pouco tempo tive a ideia de trazer desafios de curtidores e leitores para o canal, onde eu devo completa-las. Eu tive essa ideia pois eu já vi alguns canais fazendo isso com a franquia Resident Evil e então eu resolvi trazer isso para o mundo de Assassin's Creed. Não precisa ser necessariamente do Syndicate pode ser do Unity também (são os únicos que eu tenho para o PS4).
  Então eu peço para que vocês interajam com as postagens e com este artigo para que eu possa saber qual é o desafio que vocês querem que eu faça em um dos dois jogos que eu citei anteriormente.


Nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC17pqnelouNR_ymaaV31KSQ
Nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/masyafnews/

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Top 5 de jogos da franquia

  Lembre-se que esses tops do blog são feitos na minha opinião, mas de certo modo alguns vão entender a minha lista. Inclusive, eu irei explicar do por quê de eu ter colocado tal jogo na lista. Também a lista não precisa ser na ordem.
  Divirtam-se com a lista e apresentem ela para seus amigos que nunca jogaram um game da franquia.



1 -) Assassin's Creed 2:

  Esse é o segundo game da franquia onde trouxe inovações e personagens bons para a história, inclusive é o favorito de muitos fãs. O jogo se passa na renascença e nós controlamos Ezio Auditore da Firenze. O personagem começa uma busca de vingança contra a morte de seus parentes, mas ele acaba descobrindo a ordem dos Assassinos e começa a ser treinado para se tornar um.
  Por que o jogo é meu favorito? Porque além de trazer um novo cenário bonito, ele também traz uma boa gameplay e como eu disse antes, personagens que são uns melhores que o outro. AC 2 é aquilo que o primeiro jogo da franquia não foi, inclusive o AC1 não tinha legendas e muito menos legendas em inglês, tinha parte que os personagens falavam em Árabe e você ficava sem saber o que falar, mas nesse há legendas em Inglês e em Português (caso você jogue no PS4/XBOX ONE).


2 -) Assassin's Creed: Rogue:

  Esse é o sétimo jogo da franquia que trouxe uma visão nova para os fãs. Nele controlamos Shay Patrick Cormac, um ex-Assassino que vira Templário, com isso ele deve caçar todos os Assassinos que ele conhece.
  O que tem de bom no jogo? Gameplay boa e uma história boa, porém a campanha é pequena. Alguns dizem que é um Black Flag com textura e armas diferentes, eu concordo nisso mas eu vi a história e não liguei muito se o jogo era igual ao BF. Também tem o cenário que é maravilhoso, onde podemos ir para o gelo e para florestas.


3 -) Assassin's Creed: Syndicate:

  Esse é o último jogo da franquiam lançado, onde controlamos dois personagens. Os irmãos Evie e Frye vão até Londres impedir o avanço dos Templários na cidade.
  Minha escolha para ele estar nessa lista é que a história é boa, inclusive ela desenvolve bem até porque controlamos dois personagens que tem missões para tais personagens, isso fez com que o game não ficasse confuso. Também melhorou bastante a gameplay em comparação com o Unity em que a gameplay era "zoada" demais. Nem preciso falar da arte do game, até porque nenhum AC tem uma arte ruim, considerando a época dos demais jogos. Porém a estória do tempo moderno não é muito bom.


4 -) Assassin's Creed: Revelations:

  Esse é a continuação do Brotherhood, nele vemos Ezio sendo um Assassino lendário que se esforçou para acabar com os Bórgias e que agora se esforça para descobrir como se entra na biblioteca do Altaïr em Masyaf. Com isso ele vai para Constantinopla encontrar com os Assassinos de e lá e encontra também uma moça chamada Sofia que o ajuda com os mapas das chaves da biblioteca.
  Revelations é aquele jogo que te prende do começo até o fim, a sua história envolvente com a vida do Altaïr que não foi mostrada nos jogos anteriores e com a aventura de Ezio em Constantinopla que luta contra os Templários para conseguir as chaves faz com que o jogo se torne o mais interessante da franquia. Além de mostrar que Desmond ficou preso no "limbo" do Animus e que ele luta junto com o Subject 16 que o ajuda a sair daquela ilha do Animus.


5 -) Assassin's Creed IV - Black Flag:

  Um jogo de piratas, legal! Sim, o jogo é sobre os piratas da era dourada, um dos personagens do game é Barba Negra, porém o personagem principal é Edward Kenway que após perder a sua mulher entra em um ramo da pirataria. Logo após um envonvimento, ele é chamado para ser treinado pelos Assassinos.
  Esse é daqueles jogos que o público entre meio-termo, mas para mim é um bom jogo, tem uma gameplay bem melhor do que a do terceiro (jogo numerado) game da franquia. Nele temos um final emocionante, a estória digamos que não é pra lá um Revelations ou um Syndicate da vida, por isso ele está no quinto lugar do top. Ah, e mais uma vez, a estória dos tempos modernos não é muito bom, a única coisa boa são os áudios e as notas do game. Black Flag traz canções de marujos da época que são tocadas enquanto você navega com o seu navio chamado de Jackdaw, e também tem a trilha sonora original do game, que isso é um forte dos jogos da franquia. Jackdaw tem um sistema bem melhorado se você for comparar com o Assassin's Creed III e isso faz com que as navegações sejam muito boas e divertidas.


  Bem, eu gosto de todos mas tem alguns que eu tenho um carinho íntimo por eles, mas sempre olho bem para eles e vejo alguns defeitos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Assassin's Creed: Syndicate (Análise)

Sinopse rápida: O jogo conta a história dos gêmeos Evie e Jacob Frye que se juntaram aos Assassinos logo cedo. Jacob é mais porradeiro e vida louca e Evie é mais stealth. Eles decidem ir juntos a Londres atrás de uma peça do Éden mas Jacob quer dominar Londres com a sua nova gangue chamada Hooks. Os gêmeos conhecem o mentor da cidade, o Henry Green, ele veio da Índia e é filho do Arbaaz Mir da HQ Brahman. Nos tempos modernos você é o Iniciado que não tem nome real e não é mostrado o rosto dele, e não controlamos ele, apenas é mostrado cenas com personagens já conhecidos na franquia. Os Assassinos modernos estão atrás do Sudário do Éden.

Minha análise: O jogo pra mim é bom e é o meu terceiro favorito, pelo simples motivo de ter uma história bem elaborada, gráficos épicos, personagens carismáticos, um mapa divertido de se explorar. Cada personagem tem habilidades únicas, Jacob tem mais habilidades de combate e Evie tem mais habilidades de stealth. É recomendado que vocês aumentem o level dos dois, também adquirem habilidades de gangue também porque ajuda muito, sempre criem itens novos e melhores, completem as missões secundárias e atividades ao redor de Londres. Também tem as missões da Primeira Guerra Mundial (pode ser assistida no canal da página) que é épico demais.



Pontos fortes: 
  • Não tem muito bugs.
  • História legal.
  • Mapa grande e bonito.
  • Protagonistas legais.
  • Primeira Guerra muito épico.
Pontos fracos:
  • A história do tempo moderno é um pouco fraca.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Resumo sobre a Primeira Guerra Mundial (1914-1918): alusões em AC: Syndicate

          Quem jogou AC: Syndicate se deparou com missões que se passam no contexto da Primeira Guerra Mundial. Mas, como nem sempre os dados fornecidos pelo game são o bastante, a Masyaf News preparou um resumo deste importante evento da História universal.
          Uma das questões mais difíceis de se entender é: por que a Primeira Guerra se desencadeou? A resposta pode ser obtida simplesmente pela compreensão de que os países europeus (incluindo a Inglaterra, França, Alemanha, Império Austro-Húngaro, Rússia e até mesmo o "meio-europeu" Império Turco-Otomano) estavam em absoluta expansão de seus poderios militares e econômicos, na tentativa de, em termos vulgares, "abocanhar", cada um, um pedaço de terras além da própria Europa. Ou seja, a África e a Ásia.
          Junto a isso, havia uma série de problemas que assolavam cada país em questão de maneira particular: revoluções e atritos de território dos impérios, por exemplo. Imagine que cada uma dessas nações era um organismo que, se tentasse suportar mais qualquer outro tipo de pressão, viria a descontar suas frustrações de todas as formas possíveis. Como se não bastasse o atrito (inclusive cultural) dentre as diversas nações, havia a xenofobia: o ódio dos germânicos pelos eslavos e o ódio dos franceses pelos germânicos e vice-versa.
          Até que, um belo dia, o arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa decidiram fazer um passeio pelas ruas de Sarajevo, na Áustria-Hungria. Radicais sérvios, ditos terroristas, atacaram o casal em uma emboscada pela rua, o que levou à morte dos dois. Este foi o dito estopim que levou o mundo à entrar na Primeira Guerra Mundial: um pretexto para que os países rivais aderissem às armas.
          De um lado, aliaram-se França, Inglaterra e Rússia; do outro, Alemanha, Império Áustro Húngaro e Itália. Esta ficou conhecida como Tríplice Aliança; aquela, como Tríplice Entente (não confundir com as alianças da Segunda Guerra Mundial). A Rússia, devido a questões intranacionais, mudou de posição ao final da guerra.
          Esta guerra foi totalmente diferente do que estamos acostumados. Como a tecnologia bélica ainda estava em processo de novas descobertas, a guerra - que durou de 1914 a 1918 - ocorreu de maneira relativamente lenta. Porquanto os soldados ficassem semanas dentro de uma mesma trincheira, de onde havia a grande probabilidade de contraírem tifo e outras doenças, era raro que ocorressem batalhas verdadeiramente diretas. Às vezes, quando tinham oportunidade, alvejavam o inimigo do outro lado após dias esperando por algum movimento. A porção de terra entre essas trincheiras ficou conhecida como Terra de Ninguém, por, literalmente, não pertencerem a nenhuma nação.

Soldados britânicos usam máscaras para se protegerem do gás mostarda. Imagem disponível em: http://media.iwm.org.uk/iwm/mediaLib/167/media-167746/large.jpg

          Por sua vez, embora houvesse batalhas extremamente intensas, como a Batalha de Somme (1916), de modo geral, os soldados não se odiavam. Em 1914, por exemplo, na noite de Natal, as tropas de ambos os lados do front compactuaram com uma trégua: houve troca de presentes e passaram a noite bebendo com seus inimigos, para que no dia seguinte cada um voltasse para suas trincheiras e lutassem sem vontade.
          A Primeira Guerra Mundial foi a última a trazer consigo as tradições das batalhas iluministas, em que ondas de soldados se confrontavam de frente. Com a "estreia" de armas como a metralhadora fixa, o tanque de guerra, os gases venenosos, o avião e o submarino, porém, sabe-se que a guerra mundial seguinte foi de longe mais sangrenta. Mesmo assim, todo o cenário destruído dentre lama e fumaça transformou a Primeira Guerra Mundial em um ícone de ruptura da belle-epòque, da qual se acreditava que seria duradoura e que o século XX seria um século de paz.
          Para o historiador Eric Hobsbawm, em sua obra "A Era dos Extremos", não houveram duas guerras mundiais; mas apenas uma com um intervalo de paz, já que a segunda decorreu diretamente da primeira, quando Hitler afrontou o Tratado de Versalhes, que foi imposta pelos vencedores: a Tríplice Entente.

Cássio Remus de Paula
Historiador 
           
         




         

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Requisitos mínimos e recomendados para rodar o Syndicate no seu PC!

  Syndicate será lançado no dia 19 de Novembro para o PC, mas será que o seu amiguinho está pronto para rodar ele? Confiram abaixo as recomendações minimas e recomendadas para rodar o Syndicate!

Requisitos mínimos:
  • Sistema operacional: Windows 7/8.1/10 (64 Bits).
  • Processador: Intel Core i5 2400S i5 2.5GHz ou AMD FX 6350 3.9 GHz.
  • Memória Ram: 6GB ou mais.
  • Placa de vídeo: NVIDIA Geforce GTX 660 ou AMD Radeon R9 270.

Requisitos máximos:
  • Sistema operacional: Windows 7/8.1/10 (64 Bits).
  • Processador: Intel Core i7-3770 3.5 GHz ou AMD FX-8350 4.0 GHz.
  • Memória Ram: 8GB.
  • Placa de vídeo: NVIDIA Geforce GTX 760/GTX 970 ou AMD Radeon R9 280X.

Os HDs devem ter 50GB livres para o jogo.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Resumo das principais notícias do Syndicate

  Muitos devem estar ansiosos para o Syndicate e outros devem estar com um pé atrás por causa do seu antecessor, o Unity que veio com várias falhas no seu lançamento e isso fez com que os fãs fiéis da saga não confiassem mais na Ubisoft, então que tal ver um resumo das notícias que apareceram durante esses últimos meses antes do lançamento do jogo?


  1. Teremos um personagem transgênero no jogo e ele vai ser o primeiro personagem com essa opção. 
  2. Teremos Charles Darwin, Charles Dickes e Karl Marx no jogo!
  3. Batalhas de gangues estarão presentes no game.
  4. Rapel com a hidden blade atualizada na Revolução Industrial.
  5. Teremos Rebecca e Shaun novamente!
  6. Vamos poder controlar dois personagens, irmãos gêmeos chamados de Jacob e Evie Frye! Cada um vai ter habilidade únicas, Jacob vai ser mais "porradeiro" e Evie vai ser focada no Stealth.
  7. Veículos terrestres como carruagens e marias-fumaças estarão presentes no game.
  8. Irá ter uma (ou mais) missão/ões na primeira guerra mundial!
  9. Esse será o primeiro jogo da franquia que vai focar no combate desarmado!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Gameplay de AC: Syndicate mostra quanta "evolução" o jogo está tendo


Eu não sei se é por causa da versão ainda em testes que tive o desprazer de ver pequenos problemas agonizantes em AC Syndicate. Não quero parecer hater nem nada, mas, por céus, o que eu via?
 Tá, vamos resumir...
 Os irmãos Frye são dois perdidos na vida que chegam em Londres procurando pelo indiano Mr. Green — Mr. Verde?! Num tem lógica essas coisas —, que informa aos então visitantes alguns probleminhas que Londres anda enfrentando.

 Tá, vamos parar de enrolação:

 Tá achando que dar salto da fé é Easy agora?



 Se tu tava achando que aquela parada do "Ah é só correr" funcionaria, se engana, amigo, pois é três botões pra apertar.
 "NOOOSSA QUE DIFICULDADE HEIN"
 Não sei se no Unity já era assim, pois eu não joguei.
 Et, responde pra gente se é assim, por favor.

 Se liga aí como é selecionar os parça, ó:





  Opções de matar muito diversificadas:


 Sem mais delongas, aqui está:

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Assassin's Creed: Syndicate - Charles Darwin e Charles Dickens

  Nas últimas semanas de Agosto foi liberado um trailer do Syndicate mostrando aliados para os irmãos Assassinos, eles são nada mais e nada menos que o Charles Darwin e o Charles Dickens (vou deixar um link no final do post sobre as duas pessoas).
  Esses dois personagens serão bônus para quem comprar na pré-venda, na expansão você irá se aventurar em novas missões com os personagens, a Ubisoft não informou se os personagens vão aparecer fora da expansão mas sabemos que eles vão se unir aos Assassinos para uma boa causa...ou não...


Link sobre o Darwin. > http://masyafnews.blogspot.com.br/2015/08/darwin-um-personagem-extremamente.html
Link sobre o Dickens. > Sua Pesquisa.

domingo, 30 de agosto de 2015

Darwin, um personagem extremamente peculiar em AC: Syndicate

Não, não estou me referindo ao peixinho de "O Incrível Mundo de Gumball". Estou me referindo a uma das mais controversas mentes do século XIX, alvo de discussões de biólogos a historiadores.

Charles Darwin (1809-1882) ficou conhecido como naturalista responsável por revolucionar as concepções biológicas conhecidas e aceitas pelas comunidades de pensadores. Até então, as concepções acerca da natureza eram baseadas em Lamarck, autor francês do século XVIII que dizia que as espécies se adaptavam à natureza a curto prazo: exemplo clássico é da girafa, a qual o francês afirmava que no decorrer de pouco tempo, ela desenvolveu um longo pescoço para que pudesse se alimentar das folhas ao alto das árvores. Darwin concluiu que tal afirmação era errônea, e que apenas as girafas de pescoço comprido (que sofreram uma adaptação a longuíssimo prazo) sobreviveram em decorrência à deficiência de girafas de pescoço curto. Este exemplo firmava sua teoria da Seleção Natural, em que apenas os mais fortes sobreviviam em relação ao ambiente em que se dispunham.

Por sua vez, muitos intelectuais de sua época tentaram adaptar as teorias de Darwin dentro da própria sociedade. Um destes intelectuais foi Herbert Spencer, inglês que influenciou as teorias eugenistas do século XX em decorrência às suas ideias: por exemplo, o fato de a África ser menos evoluída como "civilização" devido às suas etnias "inferiores". Tal concepção influenciou até mesmo análises sobre os negros e indígenas no Brasil, a partir de estudos de, por exemplo, Euclides da Cunha (em sua obra Os Sertões). Essas teorias seriam refutadas ainda na primeira metade do século XX, deixando a herança de Darwin voltada apenas à biologia.

Cássio Remus de Paula
Historiador dos Games


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Um resumo sobre a Era Vitoriana

Para que nos situemos no ambiente do próximo Assassin's Creed, nada mais justo que falarmos sobre o contexto histórico em que ele há de se passar: A Era Vitoriana.

Vitória, rainha da Inglaterra de 1837 a 1901, foi responsável pelo enriquecimento social no que tange os modos de produção - os bilhões adquiridos pelo império possibilitou a criação de uma nova classe média, aos moldes da revolução na indústria que se tornava iminente. Ou seja, ela foi a política responsável pela abertura da criação de centenas de fábricas pela Inglaterra.

Se ela será uma aliada ou uma inimiga em Assassin's Creed, porém, nos resta esperar.

Cássio Remus de Paula