domingo, 14 de setembro de 2014

Assassin's Creed 3 (Análise)


Resumo da história:


  AC 3 foi lançado em 2012 pela empresa Ubisoft. O jogo conta a história de Ratonhnhaké:ton, ou simplesmente Connor Kenway - porém, no começo do jogo, você controla o pai dele, Haytham Kenway que é um grão-mestre templário. Haytham se aventura ao lado de Charles Lee e de outros templários, e ao descobrir que existe uma tribo que possa lhe ajudar à encontrar um local misterioso e informações sobre um medalhão que ele acha que serve para alguma coisa, ele acaba se encontrando com Ziio, que futuramente será a mãe de Connor.
  Após muitas aventuras juntos, eles resolvem ir ao local misterioso que é uma caverna “sagrada” para a tribo de Ziio - e lá eles tem uma relação amorosa.
  Alguns anos se passaram e Connor já é uma criança. Ele e seus amigos foram brincar de pique esconde na floresta próxima da sua tribo. Eles se afastaram um pouco da área “segura”. Quando Connor se esconde, ele acaba sendo pego pelo Charles Lee que o ameaça. E quando o jovem assassino acorda de uma pancada que o templário dá em sua cabeça, voltando para a sua tribo, ele vê tudo sendo queimado, onde vê também a sua mãe sendo morta pelo fogo. Muitos anos se passaram e ele só procura por vingança, mas ele se torna um assassino também.

O jogo:


  O game tem elementos de stealth e de ação como seus jogos anteriores, agora podendo explorar mais as cidades e uma floresta. O jogador pode passar muito tempo passeando pelas cidades coletando itens, abrindo baús e assassinando soldados. Na floresta o jogador pode caçar animais e poderá correr risco de ser atacado por certos animais também.
  Connor também tem a habilidade da Visão de águia, e isso poderá te ajudar a encontrar certos objetivos presentes no jogo. Agora com uma engine diferente de seus jogos antecessores, o AC 3 lhe permite mirar em inimigos e o sistema de combate está mais desenvolvido, os inimigos podem atacar em conjunto. O game se passa depois de Assassin’s Creed: Revelations, logo após que o Desmond saí do coma.

Pontos fortes:

  • Boa representação da revolução Americana.
  • Ótimo sistema de combate e de free running.
  • Personagens bons.
  • Roupas bonitas.
  • Muita caça na floresta.
  • Trilha sonora épica. 

Pontos Fracos:

  • Batalhas navais enjoativas.
  • Muitos bugs.
  • Momentos épicos que duram tão pouco tempo.
  • Cachorros inimigos que só aparecem 1 ou 2 vezes depois que você libera tudo.
  • Os casacos vermelhos não tomam os fortes de volta.


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A festa do chá de Boston

Quem não se lembra daquela empolgante missão nas naus britânicas, a qual Connor despeja caixas e caixas de chá ao mar?
O episódio ficou conhecido como Festa do chá de Boston, ou Boston Tea Party. Mas vamos por partes.
Primeiramente, o que é mais simbólico para um inglês? O chá preto. É consumido a toneladas diárias no país até hoje, e simboliza o perfil do inglês, que contém uma postura de "sir" desde os primórdios de sua história. E o que melhor para desmoralizar os ingleses que desperdiçar seu precioso chá?
Mas o episódio não foi assim tão belo. Todos os rebeldes que participaram do "desperdício" se vestiram de índio, para que não fossem incriminados, pelo menos diretamente. Era muito mais fácil atribuir a desordem ao índios, que na visão da sociedade, eram piores que animais. Mas a Coroa Britânica não engoliu a história. Em resposta, apertou a repressão contra Boston e assinou leis ainda mais severas. Portanto, pode-se dizer que a Festa do Chá de Boston foi uma das marcas que levaria os EUA a declararem independência, anos mais tarde.
Cássio Remus de Paula


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Canal "Tauz" faz rap da história de Assassin's Creed



 Um canal famoso do YouTube — deve ser, porque eu vi que tinha vários inscritos — fez um rap contando a história dos principais protagonistas da série.
 Na música, podemos ver um resumo sobre Altaïr, Ezio, Connor e Edward.
 Vale a pena conferir!


quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Possível participação de Robert Downey Jr. no filme de Assassin's Creed


 Pelo visto o Homem de Ferro vai usar suas inteligências e criará uma máquina do tempo para reviver o passado — brincadeira, rs.
 De acordo com o site KDramaStars, Robert Downey Jr. irá participar atuando como Leonardo da Vinci. Eu até poderia falar sobre as provas, mas infelizmente um agente da Ubisoft passou aqui e colocou uma arma sobre a minha cabeça, falando para eu lhes dizer que tudo isso são rumores — pois bem, acreditem nisso, então.
 Mas fora isso, Fassbender ainda continuará no elenco.
 Depois de ver essa notícia, fiquei me perguntando sobre qual época esses caras irão decidir se focar: em AC1, 2, Brotherhood, sei lá. Primeiro eles vêm falando que irão contar a história de Altaïr, agora vem a notícia de que alguém interpretará Leonardo da Vinci, dando a sugerir que o filme não contará só a história do primeiro game — cheiro de merda no ar, heim.
 Só falta vir alguém dizer que a Ubisoft está procurando alguém para interpretar o Connor.


 A cada dia que se passa fico preocupado com esse filme. Parece que os Templários andam fazendo de tudo para estragar os planos da Ubisoft — eles nem criaram o roteiro!
 Enfim. Qual sua opinião?
 Fonte da notícia

domingo, 7 de setembro de 2014

Assassin's Creed (Análise)

 Este é o primeiro jogo da franquia e conta a história do assassino Altair. Ele foi um membro importantíssimo para a ordem. Na primeira parte do game ele acaba sendo rebaixado para o primeiro nível dos assassinos, um iniciante, e com a ordem de Al Mualim, ele deve matar 9 alvos para "subir de nível" e virar um mestre assassino novamente mas ao desenrolar da história ele acaba descobrindo alguns "babados".
 Passando por Jerusalém e por outras cidades, o jogador poderá desfrutar da beleza da era da cruzada e se aventurar em batalhas épicas com os soldados Templários e usando as suas habilidades de praticar Parkour o Assassino poderá também se locomover rapidamente pelas cidades e isso pode ajudar a escapar de perseguições e de batalhas intensas.
 O sistema de combate é bem simples, porém um pouco complicado e "preso" para algumas pessoas. E também o jogo não tem legenda, isso complica pois tem muita gente que não "manja" de inglês.

Pontos positivos:

  • Um começo de uma nova série de jogos!
  • Jerusalém é um belo cenário.
  • Templários em toda parte.
  • Movimentação bacana.
  • O combate é até bom mas o Altaïr as vezes não responde os comandos e acaba apanhando.

Pontos fracos:

  • Sem legenda.
  • Altaïr não nada.
  • Radar estranho, porém dá para se "encontrar" abrindo o menu do mapa.
  • Repetitivo.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Confira o novo trailer de Assassin's Creed: Rogue

 E a Ubisoft lançou um novo trailer de Assassin's Creed: Rogue, onde mostra algumas confissões de Shay, ao qual jura matar todos os seus irmãos e bla, bla, bla — coisa de criança revoltada, sempre.
 Mas vamos analisar as partes mais polêmicas, que nem são muitas:

 Roupa do Achilles:



 Não, você não leu errado! No trailer, podemos ver Shay lutando com um Assassino que usa uma roupa BEM parecida com a que o Achilles dá ao Connor em Assassin's Creed: III. Poderia ser o Achilles? Bom, acredito eu, que não. Pois estamos numa época que creio que a velhice de Achilles não o deixe batalhar — mas Ezio, mesmo velho, já quebrava um monte de Templários, por que com o Achilles seria diferente? Bom, não vamos botar certeza em nada!
 De qualquer jeito, essa roupa É A DO ACHILLES!

 Possível presença de Adéwalé:



 No trailer também aparece Adéwalé, um dos amigos de Edward Kenway — e também, se não me engano, contra-mestre do navio também de Kenway. Pelo visto, Adéwalé parece ser um tipo de líder, e olhando para seu rosto, aparentemente percebemos uma certa rivalidade feia entre ele e Shay.

 Mestre Ah Tabai?


 Para quem não sabe, Ah Tabai foi o mestre maia da Ordem dos Assassinos do Caribe, presente em Assassin's Creed: IV Black Flag. Pelo visto, ele também vai entrar na briga!

 Também podemos ver que o personagem participará das mesmas cidades de Assassin's Creed: III. Mas bem, tomara que o Shay leve uma surra do Adéwalé e do Ah Tabai  parece que o game promete muita coisa em seu enredo, explicando certos fatos que não foram solucionados em Assassin's Creed: III: como a queda da Ordem.
 Espero ainda que o Shay leve uma surra mas uma surra bem dada daquelas que ele nunca mais vai poder andar, viu, quem manda trair a Ordem que a Ubisoft consiga matar o Shay criar uma história ótima, onde o Shay leva uma surra e espero vocês já sabem que eu espero que o Shay leve uma surra que eles aprimorem alguma coisa no Gameplay, já que o restante se mantém a mesma coisa como no Black Flag.
 Mas bem, vejam vocês, e me digam o que acharam:

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Navio Jackdaw

 Este é o navio de Edward Kenway encontrado no game Assassin's Creed IV: Black Flag. O nome Jackdaw veio de uma ave com o mesmo nome ou pode ser chamado de Gralha. O navio é classificado como um Brigue/Brig, ele é bom para atacar os inimigos com seus equipamentos, independente do navio do inimigo, pode ser um Man o' War mas mesmo assim o JackDaw o derruba.

Equipamentos do Gralha:

 

  • Morteiros.
  • Canhões laterais (normais e pesados com fogo).
  • Canhões na frente do navio.
  • Barris flamejantes.
  • Canhões giratórios.
  • Pequenos canhões para acertar pequenos alvos.



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Nassau, uma República Pirata

A imagem desse post vocês já conhecem: é Nassau, um dos cenários mais memoráveis de Assassin's Creed IV: Black Flag. E a história desse paraíso nas Bahamas é bem próxima ao que vimos no jogo. De acordo com o Museu dos Piratas, atualmente neste mesmo lugar, "Nassau serviu de base de operações aos piratas", interessantemente geográfica a ponto de "evitar que os Man'o'War inimigos chegassem muito perto", devido aos bancos de areia.
E bem sabemos que é verdade: o jogador não precisa manobrar a Gralha para entrar na pequena cidade?
Paraíso de piratas e corsários, de 1690 a 1720, Nassau fervilhava de homens e mulheres que buscavam a liberdade longe das garras dos colonizadores, principalmente dos Casacos Vermelhos - apelido dado aos soldados da Inglaterra, devido à cor de seus uniformes.
A pequena república, porém, não durou muito, pois os ingleses intimidaram diversos piratas, prometendo a eles o perdão da Coroa Real. Hoje em dia, Nassau é rico em resorts, patrimônios históricos e museus.

Cássio Remus de Paula

Site do Museu dos Piratas:
http://www.pirates-of-nassau.com/history.htm




domingo, 31 de agosto de 2014

Suposto gamer designer faz declaração sobre o desenvolvimento do Unity




 Um suposto gamer designer da Ubisoft Montreal escreveu um post em seu Facebook declarando algumas coisas sobre o desenvolvimento de Assassin's Creed: Unity e como seus desenvolvedores estão se adaptando à nova tecnologia. Pelo visto, o jogo não precisa lá de muitas coisas para ser finalizado, mas muitas coisas irão mudar do jogo em diante.
Se eu não me engano, eu havia lido um post dele ao qual dizia que no Unity não haverá muitos fenos, dando a sugerir que teremos de nos adaptar a uma nova modalidade de Saltos da Fé.
 O texto foi traduzido pelo Google e editado pela Coerência, me agradeçam depois:

" - Algumas Informações sobre #ACU e sua Data -
São pequenas coisas. Um pequeno gesto que Arno faz quando está correndo sobre os telhados parisienses. A reação quase imperceptível de um NPC solitário em uma multidão. O movimento sutil de oscilação de um lustre opulento em um salão de luxo. São estas pequenas coisas, multiplicadas aos milhares, que uma equipe de desenvolvimento se concentra durante o empurrão final para enviar um jogo. E com um título de mundo aberto enorme como Assassins Creed: Unity, todas aquelas pequenas coisas se somam rápido. "Atire no fato" — sei lá o que ele quis dizer com isso — de que Unity foi construído a partir do zero como um novo-gen de Assassin’s Creed – (aqui ele diz mais ou menos que estão trabalhando duro e bla, bla).

Ainda assim, a corrida está quase no fim. Assassins Creed Unity vai lançar na América do Norte em 11 de novembro e em territórios EMEA em 13 de novembro de 2014.

Sim, isso é duas semanas após a data de lançamento anunciada anteriormente. Mas junto com grande ambição - e promessas ainda maiores - vem um monte de trabalhos pesados. "Está sendo um jogo totalmente next-gen, que exige muito trabalho, muita produção, e muito aprendizado", diz o produtor sênior Vincent Pontbriand. "É sempre difícil ser preciso e quantificar exatamente quanto trabalho está envolvido. Assim que chegarmos perto do fim, muitas vezes percebemos que estamos perto do alvo, mas não estamos lá ainda. "

Salto da Fé.

(..) O time também teve de se adaptar à nova tecnologia. Com apenas um ano de idade, o Xbox One e PlayStation 4 estão em sua infância, e todo mundo ainda está aprendendo a tirar o máximo proveito dessas máquinas maravilhosas. "Nós reconstruímos a maioria dos sistemas", diz Pontbriand. "Às vezes, para melhorar a experiência. Às vezes, para melhorar a jogabilidade em si. Às vezes, para torná-lo fresco. Ou, às vezes, porque tivemos que fazer tudo no modo compatível. "

Mas isso também é Assassins Creed, Pontbriand lembra. "E AC é um grande jogo de mundo aberto. Temos milhares de NPCs na tela. Temos mais profundidade nos tipos de AI que construímos. Os gráficos são espetaculares. Os processos são muito mais complexos. O que o torna exponencialmente mais difícil de entender tudo do que era na geração anterior ".

Informações pelo Ubi.Blog.com "

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Assassin's Creed 2 (Análise especial)

  Muitos escolheram AC 2 como jogo favorito, então eu irei fazer uma breve análise especial baseada em uma pesquisa feita na página do Haytham da depressão e com as minhas próprias palavras.

  O jogo conta a história de Ezio Auditore, um jovem rapaz que perdeu seus pais por traição e logo mais se tornou um grande assassino. Em AC 2, o jogador pode viajar pelas cidades de Veneza e de Florença na época renascentista da Itália. Além de mostrar uma bela paisagem das cidades, o jogador poderá se envolver com a história do jogo e do carismático Ezio.
  O game mostra uma bela trilha sonora mista, como um som calmo e até rápidas que aparecem durante a batalha. A sua jogabilidade é bem inovadora comparada ao game anterior (AC 1), porém bem parecida, usando o R1 (PS3) para correr/pular e X (PS3) para pular, e durante a batalha, o gameplay também é parecido com seu antecessor, usando o L1 para focar nos inimigos — o jogador pode usar os demais botões para realizar golpes e esquivas.
  Na história podemos encontrar personagens históricos, um exemplo é o Leonardo da Vinci, um inventor e artista que vira amigo de Ezio durante a sua jornada. Os dois tentam descobrir o segredo da maçã do Éden e correndo um grande perigo com os soldados de Rodrigo Bórgia.
Votação dos fãs de melhor jogo da franquia.
 Também podemos encontrar uma grande variedade de missões e de exploração pelo mapa, podendo até encontrar tumbas para liberar uma armadura especial e missões secundárias.

Pontos fortes:

  • Trilha sonora épica.
  • Tema ótimo.
  • História boa e bem feita.
  • Personagens carismáticos.
  • Ambientação bastante bonita

Pontos fracos: 

  • Alguns bugs.
  • Bots não muitos inteligentes 

Print de alguns fãs que participaram da pesquisa.

Minha opinião sobre o jogo:

  Gostei muito do jogo e é um dos meus favoritos (gosto de todos mesmo xD), me fez perder muito tempo jogando essa maravilha, eu amei a história e a ambientação do jogo e ela me fez com que eu viajasse no tempo e me sentindo naquela época.