- Teremos um personagem transgênero no jogo e ele vai ser o primeiro personagem com essa opção.
- Teremos Charles Darwin, Charles Dickes e Karl Marx no jogo!
- Batalhas de gangues estarão presentes no game.
- Rapel com a hidden blade atualizada na Revolução Industrial.
- Teremos Rebecca e Shaun novamente!
- Vamos poder controlar dois personagens, irmãos gêmeos chamados de Jacob e Evie Frye! Cada um vai ter habilidade únicas, Jacob vai ser mais "porradeiro" e Evie vai ser focada no Stealth.
- Veículos terrestres como carruagens e marias-fumaças estarão presentes no game.
- Irá ter uma (ou mais) missão/ões na primeira guerra mundial!
- Esse será o primeiro jogo da franquia que vai focar no combate desarmado!
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Resumo das principais notícias do Syndicate
Muitos devem estar ansiosos para o Syndicate e outros devem estar com um pé atrás por causa do seu antecessor, o Unity que veio com várias falhas no seu lançamento e isso fez com que os fãs fiéis da saga não confiassem mais na Ubisoft, então que tal ver um resumo das notícias que apareceram durante esses últimos meses antes do lançamento do jogo?
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Assassin's Creed Unity: Dead Kings (Análise)
Alguns anos se passaram desde o evento do jogo principal e Ano foi para Franciade para "afogar" as mágoas e lá ele encontra um garotinho que fala para ele sobre um mistério envolvendo a primeira civilização e Arno acaba se interessando sobre a nova missão.
*Suspense na história.
*Muito dinheiro.
*Armas novas.
Pontos fortes:
*Enigmas.*Suspense na história.
*Muito dinheiro.
*Armas novas.
Pontos fracos:
*Há bugs mesmo com o mapa reduzido e com a população reduzida também.Minha opinião:
A história conseguiu ser um pouco melhor do que a história principal, eu queria que fosse maior mas como é uma DLC eu tenho que respeitar, né? E eu não gostei muito da arma guilhotina, até porque eu prefiro espada de uma mão. O jogo tem até alguns enigmas interessantes e um suspense até bonzinho, mas já era previsto o que tinha na câmara da primeira civilização.
domingo, 11 de outubro de 2015
Arno Victor Dorian
Ele nasceu no ano de 1768 e morreu em uma data desconhecida e presenciou a Revolução Francesa. Viveu na França e procurou pelos Templários que mataram seu ''pai'' adotivo, ele é descendente de uma linhagem de Assassinos, tendo como pai um Assassino que foi morto por um Templário e que é o Shay Patrick Cormac, personagem e protagonista do Assassin's Creed: Rogue.
Em certo momento da história do personagem, ele é preso na Bastilha por ter sido pego logo no momento da morte do François de la Serre, pai adotivo do rapaz. Na Bastilha ele conhece o Assassino Pierre Bellec que o reconhece como filho de seu pai morto pelo Shay, inclusive Bellec começa a explicar um plano de fuga e treinar o rapaz com coisas simples de combate (aliás, essa parte da prisão faz referência ao filme: O Conde de Monte Cristo). Após ambos saírem vivos, Bellec leva o rapaz aos membros e mentores dos Assassinos.
Arno cresceu junto com a Elise, que é filha do "pai" adotivo dele, e ambos acabam tendo um caso amoroso e que isso influência na vida de Assassino do Arno, pelo simples motivo de ela ser uma Templária. Então ele começa a ter um confronto com os mentores, causando o "caos climático" entre eles, os Assassinos acabam fazendo com que ele saísse da ordem e ao mesmo tempo a Élise se afasta dele por um tempo. Arno acaba voltando para Versalhes para se ''matar'' nas bebidas alcoólicas.
Porém e entretanto, ele acaba voltando para a ordem dos Assassinos e se "conserta" tanto pros mentores e tanto na relação com a Élise.
O Assassino conhece Napoleão Bonaparte e durante o jogo ele pede para Arno fazer algumas coisas importantes.
Logo mais ele se torna um mestre Assassino da França e recebe sua armadura de mestre (você pode comprar as partes da roupa e alterar o status do personagem ou usar o traje completo sem alterar o status do personagem).
Anos depois da morte de Elise, ele acaba indo para Franciade para "afogar" as mágoas, mas acaba encontrando um garoto chamado Léon, que o informa que Napoleão Bonaparte encontrou uma maçã do Éden e que pretendeu usar o artefato na população para ter o total controle deles. Então, Arno é enviado para o Egito parar o ex-amigo do Assassino.
Aparições:
Em certo momento da história do personagem, ele é preso na Bastilha por ter sido pego logo no momento da morte do François de la Serre, pai adotivo do rapaz. Na Bastilha ele conhece o Assassino Pierre Bellec que o reconhece como filho de seu pai morto pelo Shay, inclusive Bellec começa a explicar um plano de fuga e treinar o rapaz com coisas simples de combate (aliás, essa parte da prisão faz referência ao filme: O Conde de Monte Cristo). Após ambos saírem vivos, Bellec leva o rapaz aos membros e mentores dos Assassinos.
Arno cresceu junto com a Elise, que é filha do "pai" adotivo dele, e ambos acabam tendo um caso amoroso e que isso influência na vida de Assassino do Arno, pelo simples motivo de ela ser uma Templária. Então ele começa a ter um confronto com os mentores, causando o "caos climático" entre eles, os Assassinos acabam fazendo com que ele saísse da ordem e ao mesmo tempo a Élise se afasta dele por um tempo. Arno acaba voltando para Versalhes para se ''matar'' nas bebidas alcoólicas.
Porém e entretanto, ele acaba voltando para a ordem dos Assassinos e se "conserta" tanto pros mentores e tanto na relação com a Élise.
O Assassino conhece Napoleão Bonaparte e durante o jogo ele pede para Arno fazer algumas coisas importantes.
Logo mais ele se torna um mestre Assassino da França e recebe sua armadura de mestre (você pode comprar as partes da roupa e alterar o status do personagem ou usar o traje completo sem alterar o status do personagem).
Anos depois da morte de Elise, ele acaba indo para Franciade para "afogar" as mágoas, mas acaba encontrando um garoto chamado Léon, que o informa que Napoleão Bonaparte encontrou uma maçã do Éden e que pretendeu usar o artefato na população para ter o total controle deles. Então, Arno é enviado para o Egito parar o ex-amigo do Assassino.
Aparições:
- Assassin's Creed: Unity (Jogo e livro).
- Assassin's Creed: Rogue.
- Assassin's Creed - O filme.
- Vi na Wiki do jogo que ele aparece no livro do filme também (não li ainda).
- Aparece na Wiki que ele aparece no livro Heresy também (não li também).
- O nome dele significa "o poder da águia" e é um derivado do Alemão de Arnold. Já o Victor que vêm do Latin significa ''conquistador'' e Dorian que vêm do Grego significa ''o dotado''.
- Em todos os trailers o Assassino usa a hidden blade em seu braço direito, porém no jogo é no braço esquerdo. Só em um trailer que ele usa no mesmo braço presente no game.
- Ele tem uma semelhança com o Ezio e Edward Kenway, já que os dois (três no caso) não ligavam muito pro credo no início da vida de Assassino.
- Arno aparece logo no final do filme de 2016 da franquia, deu a entender que o Callum tem ou talvez não uma ligação com o Assassino.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Gameplay de AC: Syndicate mostra quanta "evolução" o jogo está tendo
Eu não sei se é por causa da versão ainda em testes que tive o desprazer de ver pequenos problemas agonizantes em AC Syndicate. Não quero parecer hater nem nada, mas, por céus, o que eu via?
Tá, vamos resumir...
Os irmãos Frye são dois perdidos na vida que chegam em Londres procurando pelo
Tá, vamos parar de enrolação:
Tá achando que dar salto da fé é Easy agora?

Se tu tava achando que aquela parada do "Ah é só correr" funcionaria, se engana, amigo, pois é três botões pra apertar.
"NOOOSSA QUE DIFICULDADE HEIN"
Não sei se no Unity já era assim, pois eu não joguei.
Et, responde pra gente se é assim, por favor.
Se liga aí como é selecionar os parça, ó:
Opções de matar muito diversificadas:
Sem mais delongas, aqui está:
domingo, 27 de setembro de 2015
Assassin's Creed: Unity (Análise)
O jogo foi lançado em 2014 para Playstation 4, Xbox One e PC.
Apesar desse jogo ter decepcionado os fãs da franquia quando foi lançado, isso fez com que ele viesse com vários bugs e defeitos. Com algumas atualizações que removeu alguns bugs mas isso não quer dizer que não tenha mais bugs. O Unity foi o primeiro jogo a trazer um multiplayer online totalmente cooperativo, sendo que você pode fazer missões específicas para esse modo ou também pode andar por Paris com seus amigos online.
Também tem um vasto arsenal de armas, incluindo rifles, machados grandes e lanças. Também trouxe uma grande variedade de roupas para personalizar o seu personagem, porém eu acho que deviam ter colocado as roupas em um set único e não separado.
Apesar desse jogo ter decepcionado os fãs da franquia quando foi lançado, isso fez com que ele viesse com vários bugs e defeitos. Com algumas atualizações que removeu alguns bugs mas isso não quer dizer que não tenha mais bugs. O Unity foi o primeiro jogo a trazer um multiplayer online totalmente cooperativo, sendo que você pode fazer missões específicas para esse modo ou também pode andar por Paris com seus amigos online.
Sinopse:
O jogo se passa na Revolução Francesa no final do século XVIII (18) e conta a estória de Arno Dorian que tenta vingar o assassinato de seu pai adotivo, então ele descobre que o "pai" é um Templário. Arno se torna um Assassino para organizar a sua vida e fazer coisas boas para a Revolução, porém acaba dando algumas coisas erradas durante a sua aventura.Minha opinião:
O game é bom sim, porém tem os seus defeitos, como por exemplo o Parkour do Arno que é totalmente "exagerado" e isso atrapalha as vezes na hora que você está escapando de um combate aberto. Minha verdadeira opinião é que eu gostei mesmo do jogo, apesar das suas falhas e missões que se repetem de vez enquanto, mas se você souber fazer coisas aleatórias, então não vai ter problema. O Unity é muito legal quando é jogado no modo cooperativo com seus amigos, são muitas zoeiras por Paris.Também tem um vasto arsenal de armas, incluindo rifles, machados grandes e lanças. Também trouxe uma grande variedade de roupas para personalizar o seu personagem, porém eu acho que deviam ter colocado as roupas em um set único e não separado.
Pontos fortes:
- História bacana.
- Combate melhorado e mais desafiador.
- Mapa grande.
- Muitas missões para se fazer, sozinho ou cooperativo.
- Multiplayer online cooperativo que é bastante divertido quando jogado com algum amigo.
Pontos fracos:
- Parkour meio zoado.
- Muitas pessoas na rua, isso atrapalha na hora que você estiver correndo de algum guarda ou bandido.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Para onde vai, Assassin's Creed?
Estive revendo um dos gameplays de
Assassin’sCreed: Syndicate e, sinceramente, não aguentei deixar de pensar no
quanto a Ubisoft fez dos antigos jogos (referindo à época de Ezio e Altaïr) uma
sombra sem vida. E entoo mais sua morte, vendo sua pouca importância perante os
acontecimentos que guiam a série neste exato momento.
Assassin’sCreed já foi uma
aventura moderna de um homem qualquer que acaba sendo capturado por uma empresa
misteriosa, onde esta tenta descobrir nas memórias do pobre ser algo que os
ajude a encontrar os tão cobiçados Pedaços do Éden. Com uma narrativa
aventurada a problemas filosóficos de um Credo muito antigo, Desmond Miles
acaba por descobrir o mundo ao qual está submetido. Foram muitas emoções e
descobertas, desenrolando-se numa ótima fama pelo mundo inteiro em torno dos
então fãs da série — as dúvidas de Ezio para com seu Credo, a sabedoria
inimaginável por ele que se confinava nos aposentos misteriosos e esquecidos
pelo ser humano no abandonado castelo de Masyaf. E as emoções não se
restringiam apenas aos episódios do Animus, mas nos problemas de Desmond na
atualidade fictícia e em sua preocupação quanto os planos da Abstergo.
Quando Assassin’sCreed: III fora anunciado,
com suas modernidades tanto em gameplay quanto nos cenários em que o jogador
estaria conhecendo, muitos depois se deprimiram quando a Ubisoft atirou contra
a própria série.
Em Assassin’sCreed: IV BlackFlag, a série já
perdeu o foco:personagens do Animus totalmente sem importância alguma, narrando
histórias diferentes para com os jogos anteriores — você poderia muito bem
jogar Assassin’sCreed: Rogue antes do Black Flag que sua compreensão ainda
estaria reservada.
As coisas não melhoraram. Em Assassin’sCreed:
Unity, os fãs nem mesmo sabiam o que estavam comprando. SeriaAssassin’s Creed um novo Call of Duty?
Connor,
Edward, Shay, Arno... E agora Jacob. Ambos de épocas diferentes, com
histórias diferentes. Um dos problemas mais marcantes sobre quem sai de um
lugar onde X é tratado de determinado maneira, é que o lugar de parada seja
tratado de forma diferente como estava acostumado — ou seja: muitas pessoas não
conseguiam se envolver para com os personagens que já se deprimiam com a ideia
de abandoná-los. ConnorKenway é um ótimo exemplo desse tipo de problema. Nas
narrações escondidas pelas aventuras do jogador perante os arquivos da
Abstergo, revelações chocantes jorraram da tela: Connor como Mentor
reestabelecendo a Ordem na América. Imagine quantos episódios poderiam criar
com esses fatos?
Tudo, tudo descartado...
Os fãs de Assassin’sCreed estão sedentos por
algo que está se desvanecendo: a relação entre os protagonistas do Animus anda
distante. E espero que eles mudem esse posicionamento com seus planos agora de
Assassin’sCreed: Syndicate.
Quando comecei a ler pela primeira vez o livro
da série, já conhecendo seu mundo e querendo expandi-lo em minha mente, algumas
ocasiões, que se enfatizaram nas leituras, me fizeram virar o pescoço de
desgosto: personagens emocionalmente quase indiferentes, diálogos
desestimulantes e finais quase óbvios. De fato historinhas de um país encantado
onde tudo favorece a maravilha no final, com o tempo, são jogadas de lado e se
tornam apenas coisas do mundo qualquer.
Se você cria algo tem que estabelecer um
motivo pelo qual aquilo existe. Assassin’sCreed carrega em suas costas tudo o
que pode para fazer história, mas infelizmente a filosofia de pessoas que
pregam o livre arbítrio lutando pela minoria não é muito vista. Veja os resumos
das histórias da série, onde os protagonistas pareciam lutar apenas por
interesses próprios. Acho que os únicos que realmente pareceram lutar pelo que
acreditam foram Altaïr e Connor, onde até mesmo Ezio foi jogado no canto dos
que foram personagens de uma história egoísta.
Onde tudo acabou, meus amigos? Estávamos
guiando nossos cavalos sobre as terras de Israel, Florença, Roma,
Constantinopla... O que estávamos seguindo naquele tempo? Pedaços do Éden a
todo o momento?
Vejam que os Assassinos são praticantes de uma
seita tão profunda, guiada pela esperançosa liberdade humana. Onde está isso,
Ubisoft? Morrera nos diálogos?
Toda hora era o mesmo papo: proteja os
inocentes, afaste sua lâmina dos inocentes... Que estavam com um caso com os
Templários, não é? Porque, sinceramente, eu não via muita coisa da “filosofia
Assassina” do lado de sua guerra contra os Templários. E é incrível...
Exploraram o fato de que tal guerra poderia servir de resposta a toda história
da série.
Onde estão ASSASSINOS fazendo coisas de
ASSASSINOS, Ubisoft? Disseram-nos que eles viviam entre os inocentes,
protegendo a todos contra corrupções e várias fontes maleáveis que poderiam
interromper o progresso do pensamento humano.
Mas eu só os via correr atrás de Templários,
sendo poucas as vezes em que isso mudou.
Precisamos de um jogo que nos faça acreditar
no que dizem, novamente. Precisamos de um Assassin’sCreed que nos faça sentir
que estamos jogando um Assassino, que nos force a pensar como um Assassino, a
criar linhas de táticas para capturar inimigos e tantas outras coisas
incríveis. Precisamos de STEALTH, precisamos começar a botar em prática o que
estava somente nos diálogos bonitos dos grandes Assassinos.
Precisamos da realidade de um Assassino.
Se você não botar em prática suas falas, elas
se tornam apenas palavras sem vida — e as raízes, que guardam a essência de
Assassin’sCreed, vivem disso.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Coisas que esperamos com o filme do Assassin's Creed
Listarei algumas coisas sobre o que eu espero do filme e provavelmente alguns de vocês também vão concordar com isso. Não se esqueçam de comentar aqui ou na página sobre o que vocês também esperam do filme também!
- Uma ligação direta e com sentido com os jogos da franquia.
- Momentos atuais frenéticos.
- Pedaços do Éden e primeira civilização.
- Personagens reais como em todo jogo da franquia tem.
- Ambientação bonita.
Sem bugs.- A boa e velha guerra dos Templários com os Assassinos.
- Não fazer um personagem principal como um Ezio da vida e sim um personagem com personalidade únicas.
Essas são umas das coisas que eu preferiria ver no filme.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Assassin's Creed: Bandeira Negra (Sinopse)
"E o mar se tingirá de sangue..."
O livro tem 73 capítulos e 334 páginas incluindo a lista de personagens.
Minha opinião:
O livro mostra muito além do que é mostrado no game, mostra como o Edward Kenway deixou de ser "vida louca" para realmente virar um Assassino e como ele amadureceu ao decorrer da sua vida.
O livro chega a ser entre mediano a ótimo.
![]() |
Assassin's Creed: Syndicate - Charles Darwin e Charles Dickens
Nas últimas semanas de Agosto foi liberado um trailer do Syndicate mostrando aliados para os irmãos Assassinos, eles são nada mais e nada menos que o Charles Darwin e o Charles Dickens (vou deixar um link no final do post sobre as duas pessoas).
Esses dois personagens serão bônus para quem comprar na pré-venda, na expansão você irá se aventurar em novas missões com os personagens, a Ubisoft não informou se os personagens vão aparecer fora da expansão mas sabemos que eles vão se unir aos Assassinos para uma boa causa...ou não...
Link sobre o Darwin. > http://masyafnews.blogspot.com.br/2015/08/darwin-um-personagem-extremamente.html
Link sobre o Dickens. > Sua Pesquisa.
Esses dois personagens serão bônus para quem comprar na pré-venda, na expansão você irá se aventurar em novas missões com os personagens, a Ubisoft não informou se os personagens vão aparecer fora da expansão mas sabemos que eles vão se unir aos Assassinos para uma boa causa...ou não...
Link sobre o Darwin. > http://masyafnews.blogspot.com.br/2015/08/darwin-um-personagem-extremamente.html
Link sobre o Dickens. > Sua Pesquisa.
Sofia Sartor
Essa é uma das personagens mais importantes para a vida de Ezio Auditore, Sofia nasceu em 1476 e morreu em um ano desconhecido até então. Ela é uma bibliotecária de Constantinopla e nascida em Veneza. Ela foi forçada a partir de Veneza depois da Guerra Otomana-Veneziana (Em breve teremos um artigo sobre) e então foi morar em Constantinopla e como eu disse anteriormente, ela se tornou bibliotecária até então.
Sofia conheceu Ezio e então ela o ajudou a chegar e encontrar as chaves de Masyaf, logo depois dos eventos de Assassin's Creed: Revelations, ela se casou com Ezio e tiveram dois filhos, uma se chamava Flavia e outro de Marcello, eram um casal e ambos aparecem no curta/filme Assassin's Creed: Embers, apesar de que Marcello apareceu só as costas dele. Não se sabe o que aconteceu com Sofia e com seus filhos após a morte de Ezio.
Sofia conheceu Ezio e então ela o ajudou a chegar e encontrar as chaves de Masyaf, logo depois dos eventos de Assassin's Creed: Revelations, ela se casou com Ezio e tiveram dois filhos, uma se chamava Flavia e outro de Marcello, eram um casal e ambos aparecem no curta/filme Assassin's Creed: Embers, apesar de que Marcello apareceu só as costas dele. Não se sabe o que aconteceu com Sofia e com seus filhos após a morte de Ezio.
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| Sofia com Ezio Auditore. |
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